A persistência do racismo na sociedade brasileira
Enviada em 25/08/2021
A persistência do racismo na sociedade brasileira vem de diversos fatores, sendo um deles nossa época colonial e o racismo que ocorria em diversos países na mesma. Isso porque, durante o período do Brasil Colônia, pessoas negras e indígenas eram vistas como inferiores e, infelizmente, mesmo após a abolição da escravatura este tipo de pensamento perdura até os dias de hoje. Além disso, a cultura africana é vista de maneira discriminizada pela maior parte dos brasileiros e que utilizam termos prejorativos e errados para se referirem a tais culturas.
Em primimeiro lugar, verifica-se que devido à época da escravidão no país, o racismo acabou por se estruturar na sociedade ( em bora, felizmente, esteja se quebrando nos dias de hoje ). Um exemplo disso foi durante um jogo do Barceolona, em que um jogador ( Daniel Alves ) enquanto fazia o escanteio foi chamado de macaco indiretamente, após uma banana ser jogada no campo. Este comportamento e outros, que sempe são sem motivos, ocorrem por haver uma descrimização por parte da população e um sentimento de superioridade. Dessa forma, podemos associar que os comportamentos e xingamentos dos racistas para os negros a mais de 100 anos ainda persistem em nossa sociedade e muitos daqueles que pensam sobre este comportamento ser o correto não têm medo ou vergonha de mostrarem em público.
Em segundo lugar, salienta-se que entre os brasileiros e a fora, a cultura africana é vista como algo do demônio e até mesmo amaldiçoado por muitos brasileiros leigos ( sejam eles cristãos ou não ), devido ao falso compartilhamento sobre tal informação há séculos. Assim, conforme indica nosso código penal, tais pensamentos e atitudes são racismo e levam à cadeia, pois é uma forma de minorizar, zombar e difamar todo um povo apenas por suas crenças. Por isso, percebe-se que essa situação é alarmante e deve ser mudada o quanto antes, em especial por existirem apoiadores da KKK ( Kan Klux Klan. Grupo racista extremista dos Estados Unidos ) em um país tão miscigenado e diverso quanto a nação brasileira e deve ser revertida.
Diante do exposto, nota-se que a persistência do racismo na sociedade brasileira está presente nas nossas “raízes culturais”. Portanto, ONGs ao redor do mundo e os líderes mundiais deveriam mostrar uma maior importância sobre este assunto e dar exemplos como o da cidade de Selma, inclusive citando que um padre branco foi morto apenas por apoiar os direitos para a população negra dos EUA ( no filme de 2015, o assassino fala: “Sabe o que odeio mais do que criolos? Criolos brancos”. Desta forma, mostrando que até mesmo os apoiadores de causas igualitárias podem ter suas vidas em perigo. ), com o objetivo de mostrar os impactos lutas que os africanos e seus descendentes passam.