A persistência do racismo na sociedade brasileira
Enviada em 07/08/2022
Em 2020, houve um aumento de casos racistas, como o caso de George Floyd e as aparições continuas de movimentos segregacionistas, não só no mundo como também em território nacional. Esses casos de racismo não são isolados, eles fazem parte da cultura do racismo e do racismo estrutural. Dessa forma, diversos influenciadores, como Fatou Ndiaye e Natali Neri, foram a público para explicarem e condenarem esses atos de persistência do racismo na sociedade, principalmente na brasileira.
A priori, a cultura do racismo é uma das principais causas para a persistência do racismo em solo brasileiro, de acordo com o site Wikipedia, o Brasil é formado pela cultura afro-brasileira, que liga manifestações culturais trazidas de influências africanas, dadas na época da escravidão. Entretanto, uma grande parte da população do país nega valores que ligam o território africano com o brasileiro, como a culinária, musica, religião e até o vocabulário. Isso tudo, aumenta o fato de que os indivíduos ligados intimamente a algum tipo dessas expressões culturais tornam-se julgados e oprimidos.
Ademais, o racismo estrutural é outro fator aditivo para a persistência do racismo, uma vez que ele está incrustado na sociedade em gestos, falas, piadas, substantivos, e em ações em geral. Um grande exemplo é o exposto pelo site UOL, afirmando que apenas 8,1% da população brasileira se autodeclara preto. Além disso, o racismo estrutural também engloba o fato de que muitas pessoas não aprovam as religiões de cunho africana e ainda a desrespeitam e a discriminam.
Destarte, mediante a problemática da persistência do racismo em solo brasileiro, é possível perceber que medidas devem ser tomadas. Dessa forma, cabe ao Ministério dos Direitos Humanos, investigar e punir severamente os praticantes do racismo, por meio de segurança e leis especializadas, a fim de mitigar os efeitos dele na sociedade. Desse modo, as pessoas pretas não sofreram com desrespeito e discriminação, tendo seus direitos de participar da sociedade em todos seus atributos sem medo e julgamentos. Com isso, influenciadoras como Fatou e Natalie, não precisaram se indignar e explicar oque é o racismo e suas vertentes.