A persistência do racismo na sociedade brasileira
Enviada em 28/10/2022
Segundo pesquisa do PoderData avalia-se que 81% dos brasileiros dizem haver preconceito contra negros no Brasil or causa da cor da pele. Com isso, é mais do que evidente que ,o país que abusou e escravizou negros até depois da lei Áurea, o racismo é enraizado em nossa sociedade. Podemos ver claramente em letras da música popular ou mesmo em programas de Inteligência Artifícial (I.A).
Lançado recentemente, a música chamada “Conversa com uma menina branca” do rapper Djonga ele relata que na conversa elas diziam sofrer como o cantor preto da favela. Umas das metáforas usadas foi que enquanto ela com 25 anos vendia droga para comprar roupas, um dos primos do rimador já tinha 12 no crime. Visto isso, é perceptível como também existem pessoas que persistêm em acreditar que o racismo não existe no Brasil e veem todos numa mesma camada.
Além do mais, o racismo não só está em situações do dia a dia, mas também incluído em “database” de diversos sistemas atuais. Como por exemplo no documentário da Netflix “Coded Bias” de 2020 no qual mostra como uma pesquisadora do MIT desobriu que ao posicionar seu rosto na frente de uma tela e ao posicionar o mesmo com uma máscara branca, apenas o segundo era reconhecido pelo reconhecimento facial da I.A. Neste caso, a pesquisadora concluiu nos seus estudos que os programas feitos são treinados para identificar padrões baseados em homens brancos, fazendo uma exclusão social contra mulheres e principalmente negros.
Concluindo, é inegável o fato que o racismo é extremamente presente não só no Brasil, mas no mundo inteiro, e é de nosso dever não só moral mas como social
diminuir estas estatísticas negativas. Logo, é de se esperar por parte do Ministério da Educação a criação da Microfísica do poder ,baseado nos estudos de michel foucault em que na maioria das vezes oque é ensinado nas salas de aulas pode ser muito mais influente que grandes corporações ou políticos, baseados em mostrar como o racismo é um problema e deve ser combatido. Além de que devemos também esperar de grandes empresas e governos que ajustem seus dados para incluir todos os tipos de raças e gêneros sem exceção ou preconceito.