A persistência do racismo na sociedade brasileira
Enviada em 01/06/2023
A série americana “Todo mundo odeia o Chris” retrata a história de um jovem e de sua família que frequetenmente sofrem racismo - tanto velado, quanto explícito - na escola, em lojas e em transportes públicos por exemplo. Fora da ficção, essa é uma realidade vivida pela sociedade brasileira, tendo em vista a persistência do racismo na atual conjuntura. Portanto, é preciso analisar a negligência estatal e o pensamento retrógrado como fatores de constância para a problemática em questão.
Em primeiro plano, vale salientar que o estado - como representante administrativo, precisar garantir os direitos e fomentar a igualdade de todos os seres humanos, concretizando o artigo 1 da declaração universal dos direitos humanas que garante que todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. Entretanto, é notório que essa esse direito tem sido deturpado, tendo em vista que crimes de racismo tem se intensificado cada vez mais, ferindo assim a dignidade de todos aqueles que o sofrem. Desse modo, em razão dessa lacuna na promoção dos direitos e da diginidade, o problema perpetua na sociedade brasileira.
Paralelo a isso, é importante destacar que o pensamento obsoleto da sociedade atual, é um fator de continuidade da situação. Sob essa ótica, o ex presidente da Africa do Sul, Nelson Mandela, pontua sobre a inserção do racismo ao longo da vida, defendendo a idéia de que nenhum ser humano nasce com preceitos racistas e sim de que isso é ensinado. Sendo assim a ideia sobredita se aplica no âmbito nacional, haja vista que tais pensamentos fomentam de modo direito atitudes racistas. Logo, fica visível a importância do rompimento desses pensamentos.
Urge, portanto, medidas que atenuem a situação em questão. a Secretaria de Políticas Públicas de Promoção da Igualdade Igualdade Racial - em parceria com o poder legislativo- devem intensificar as punições para aqueles que praticarem racismo, por meio da criação de leis que aumentam a pena, além de priorizar os casos no tribunal, afim de garantir a igualdade e os direitos previsto por lei. além disso, deve-se desenvolver ações educativas nas escolas e universidades, visando o rompimento do pensamento retrográdo.