A perturbação do sossego e a ausência de empatia com o próximo
Enviada em 18/10/2025
O respeito se tornou algo que só é adquirido quando chega a seu extremo limite de insatisfação, situação representada pelo filme “Justiça 2”. O filme, tem como um de seus pontos centrais trazer à tona a falta de empatia e atos de pertubação ao próximo. Fora de cena, é fato que o atual cenário brasileiro baseia-se na retirada de sossego de outro cidadão, a partir do momento que se torna vantajoso para si mesmo.
Um dos principais exemplos a serem utilizados é uma das aglomerações festivas, mais conhecida como “Baile Funk”, atração que reúne certas parcelas da sociedade, com um ambiente resumido em concentração e tumulto de pessoas, excesso de barulho e em grande parte, danos psicológicos e físicos. Com essas solenes situações, tornam-se os principais pontos iniciais para as profanações que ocorrem na sociedade.
A briga pelo direito ao silêncio tornou-se ainda mais recorrente no Estado do Rio de Janeiro, com pesquisas liberadas pelo site “Globo.com”, informando sobre o aumento considerável em queixas por barulho na região. Situações como estas desencadeiam diversas adversidades entre as pessoas, acarretadas pela ausência de empatia e as intensas pertubações de sossego feitas ao indivíduo. Resultando em conflitos e perca da dignidade coletiva, ou até mesmo mesmo individual.
Em virtude disso, caracteriza-se como evidente, o quanto a ausência de sossego e empatia influenciam na vida do cidadão. Portanto, o Governo, orgão responsável por garantir a condição existencial de todos, deve prover programas para direcionar a paz social, integrando a justiça e empatia ao público, com campanhas nas escolas e na sociedade. Com o intuito de promover a valorização e dignidade do sujeito. Estimular a empatia construindo equilíbrio entre diálogo e coletividade é crucial para a paz social.