A perturbação do sossego e a ausência de empatia com o próximo

Enviada em 29/10/2025

O egoísmo

Diante da frase do sociologo Émilie Durkheim “Nosso egoísmo é, em grande parte, produto da sociedade”, é possível analisar e entender como a sociedade é influenciada por sua cultura e costumes, podendo assim ser a reflexão de um local com interesses próprios e poucos sendo os beneficiados. O egoísmo por si é uma decisão individual que por sua vez pode ser barrada ou não pela justiça, mas que independentemente de tudo, é a forma de não pensar no próximo e tirar seu sossego sem cogitar.

Primeiramente, é importante ressaltar que o sossego é um direito previsto na Constituição Federal brasileira demonstrando sua importância e revelância na sociedade. Além disso, quando esse direito é violado, a saúde mental da vítima pode ser afetada pois o barulho excessivo, por exemplo é considerado uma forma de poluição sonora. Outro fator importante é a desvalorização da lei em situação de conflitos sonoros, aonde o egoísmo fala mais alto.

Considerando essa realidade, a sociedade atual vive em um contexto individual, aonde a falta de empatia se torna algo comum. A falta de tempo, vontade, paciência e a ‘‘sobra’’ do orgulho faz com que não seja possível viver em harmonia com outras pessoas, demonstrado a importância de mudança desses pensamentos e costumes.

Em suma, a pertubação e a ausência de empatia é um problema social que é fruto de costumes de uma sociedade egoísta que causa falta de respeito e a retirada de um direito de um cidadão. Logo, são necessárias mudanças para a melhoria dessa situação, com a maior fiscalização e aplicação de leis sobre o sossego e ao mesmo tempo aulas e campanhas educativas feitas por órgãos governamentais que promovam a conscientização e o conhecimento aprofundado sobre a empatia e sua relevância.