A perturbação do sossego e a ausência de empatia com o próximo
Enviada em 15/06/2026
Na obra “Justiça 2”, exibida pela Globoplay a tragetória da personagem Geíza, mostra como a pertubação de sossego e a ausência de empatia com o próximo pode levar à justiça com as próprias mãos. Dessa forma é válido descutir sobre as intervenções para conscientizar sobre o execesso de barulho que se torna uma questão de saúde pública e também da cultura do individualismo que desrespeita constante ás normas de convivência.
Primeiramente, nota-se que a saùde pùblica envolvendo o incômodo atráves do som alto pode causar estresse, privação de sono e ansiedade. Além disso, a Lei de Contravenções penais no art. 42, a pertubação de sossego é uma infração e têm como punições multas ou ate mesmo levando à detenção temporária.
Ademais, a cultura do individualismo é constante e estão ligadas a esse tipo de ocorrência, pois fazer barulho é colocado acima do bem - estar comum. A convivência em harmônia e o respeito coletivo traz a tranquilidade na vizinhaça, ouvir uma música não é proibido, o que não se pode fazer é ultrappar o limite permitido, em vista disso da insistência de incomodar, terá punições.
Portanto, entende-se que a questão da pertubação de sossego, merece toda atenção das autoridades. Cabe, então ao Ministério da Educação (MEC) em parceria com prefeituras com implementação de campanhas de conscientização e programas de mediação atráves de palestras nas escolas e meios de comunicação locais, com o obejtivo de reduzir os índices e trazendo mais segurança e sossego.