A pesquisa científica nas universidades brasileiras
Enviada em 16/01/2021
Segundo o filósofo francês Sartre, cabe ao ser humano escolher seu modo de agir, pois este é livre e responsável. Entretanto, observa-se justamente o contrário no cenário brasileiro, uma vez que o Estado está sendo irresponsável com as universidades que realizam pesquisas científicas, o que torna um fato complexo. Nesse âmbito, é preciso que estratégias sejam aplicadas para alterar essa situação, que possui como origem: falta de investimento e insuficiência legislativa.
Primeiramente, convém ressaltar que uma causa do problema está atrelada à ausência de investimento. Sob esta lógica, o filósofo Thomas Hobbes apresenta que o Estado surgiu para organizar, administrar e controlar a sociedade. No entanto, no que se refere à questão, encontra-se falhas na administração estatal, pois este não está investindo com verbas o suficiente para auxiliar as instituições nas pesquisas científicas. Nesse sentido, o professor Paulo da escola de Porto Alegre, informa que o dinheiro concedido pelos presidentes é insuficiente para continuar as buscas.
Em segundo plano, vale salientar que outro motivo é a ineficiência de leis. Sob esse viés, o filósofo inglês John Locke defende que as leis fizeram-se para os homens e não para as leis. Nessa perspectiva, ao ser criada uma lei, é preciso que ela seja planejada para melhorar a vida das pessoas em sua aplicação. Todavia, o ordenamento jurídico de 1988 que decreta a educação como um direito social, não acontece na prática de forma eficiente, visto que universidades pausaram com os andamento das análises.
Portanto, para sanar o impasse, é dever do Governo, juntamente com o MEC, promover a distribuição de valores físicos. Tais fatos podem ocorrer por meio da mudança de ótica do poder governamental para investir nas instituições educacionais tanto para contribuir positivamente nos avanços de descobertas de curas para a aréa da saúde quanto para uma educação e instrução de ensino competente, a fim de amenizar e modificar essa problemática que tem agido negativamente nos setores de desenvonvimento, impedindo o progresso científico.