A pesquisa científica nas universidades brasileiras

Enviada em 05/01/2021

Hoje o Brasil que é líder em diversos setores mundiais conta com um grande déficit no setor acadêmico desde que se entende por república, desde o mandato de Getúlio Vargas estima-se que pelo menos 60% dos grandes cérebros brasileiros fugiram para o exterior (BBC, 2020). Entretanto, o problema não se baseia apenas na fuga de grandes cérebros brasileiros para o exterior, mas o problema se dá na grande falta de desenvolvimento da própria tecnologia dentro dos limites regionais no Brasil. Ademais, é imperioso ressaltar que a fuga de cérebros causadas pela falta de incentivo governamental prejudica as iniciações científicas no Brasil. Nesse contexto, o campo da iniciação científica brasileiro que já estava comprometido, vem sofrendo grande corrosões devido à falta de verba e incentivos. Isso ocorre porque, devido à falta de verba, o setor da educação tem sido muito prejudicado, de modo a prejudicar o andamento de estudos que poderiam ajudar tanto o povo como a economia brasileira a se desenvolver e trazer soluções a problemas da sociedade, porém devido aos cortes de verba que começaram no governo Dilma (PT) e que no ano de 2020 foram potencializados pelos cortes do governo Jair Bolsonaro (sem partido). Nesse viés, o campo científico que era o único setor desenvolvido da educação no Brasil, vem sofrido perdas. Somado a isso, os grandes cortes de verba na educação brasileira têm levado a um grande estrago no campo dos estudos e artigos científicos, os quais tem sofrido para que possam ser continuados. Nesse cenário, a fuga de cérebros brasileiros é explicada, o auxílio hoje para um aluno cursando a graduação e que deseja fazer uma iniciação cientifica recebe apenas R$400,00 (80 dólares), esses 400 reais servem para custear suas despesas e custos de pesquisas, em contraparte, no exterior em países como Japão que possuem bolsas de estudo científico (MEXT) que chegam até mesmo 144.000 ienes (1400 dólares). Desse modo se torna claro o grande problema da fuga de cérebros brasileiros, que fogem de seu país origem que não os dá apoio em suas pesquisas e vão para o exterior realizá-las. Evidencia-se, portanto, que a falta de incentivo nas universidades é um obstáculo para as pesquisas científicas brasileiras. Por conseguinte, cabe ao ministério da educação a ação de aumentar os subsídios das universidades brasileiras, a fim de fomentar o campo de pesquisa científica, de modo a desenvolver a tecnologia brasileira e trazer lucro com as descobertas. Além disso, financiar intercâmbios e pesquisas no exterior, mediante a obtenção de auxílio de outras universidades e governos ao redor de mundo, como universidades globais que recebem apoios privados e governamentais. Feito isso, o campo de estudos brasileiros não engatinhará ou dependerá que sua população busque outros lugares para fomentar suas ideias de evolução.