A pesquisa científica nas universidades brasileiras

Enviada em 05/01/2021

Sócrates, um dos mais importantes filósofos da história, afirmou que a vida sem ciência é uma espécie de morte. Sob essa mesma ótica, observa-se na contemporaniedade brasileira, a importância vital da pesquisa científica para o desenvolvimento do país, principalmente, advindo das universidades públicas. Essas instituições concentram grande parte dos estudos que são feitos nas mais diversas áreas do conhecimento e são de extrema relevância para resolver problemas acerca da saúde, economia e sociedade. Contudo, o avanço dessas pesquisas encontra barreiras impostas pelo Estado através da falta de incentivos de verbas e desvalorização da ciência. Por isso, encontrar caminhos para fazer com que a pesquisa científica possa progredir se faz mais que necessário.

Em primeira análise, é necessária uma visão filosófica do tema, bem como a proposta por Sócrates. Segundo ele, não há como viver sem a ciência, o que comprova a tese de que sem ela, não há progresso, podendo gerar um cenário de estagnação sociocultural e tecnológica. Tendo isso em vista, observa-se que o contexto nacional corrobora com a tese socrática, de que como o Brasil carece de políticas assistencialistas e de caráter incentivador a pesquisa, observa-se um país sem vida e que necessita de uma revitalização urgente. Essa tese é comprovada pelo fato de que os investimentos à pesquisa científica correspondem à menos de 1% do PIB, o que representa um cenário caótico.

Em segunda instância, é preciso olhar para os desafios causados por diferentes agentes da sociedade, sendo o mais recente, a pandemia causada pela Covid-19. Isso porque, as universidades deram respostas imediatas quanto as formas de combater a terrível crise sanitária trazida pelo vírus. Ainda que tendo muito desvalorizadas do ponto de vista político e social, uma série de avanços foram trazidos por estas instituições, desde os respiradores, com melhor custo-benefício e que necessitavam de menos insumos para a produção até mesmo vacinas experimentais, desenvolvidas dentro de universidades pública. Infere-se, pois, a necessidade de valorizar a produção deste tipo, não só através de verbas, mas pelo reconhecimento de seus benefícios para o país.

Dado o exposto, é necessário traçar mudanças a fim de propiciar um melhor ambiente para as pesquisas nas universidades públicas no Brasil, dada sua essencialidade. Para isso, é preciso que o Governo Federal atue em conjunto com o MEC para aumentar a verba destinada ao ensino, propiciando assim, as melhores tecnlogias para que os professores e universitários continuem levando a esperança de um país ,