A pesquisa científica nas universidades brasileiras
Enviada em 11/01/2021
Desde a Grécia Antiga, ocorre pesquisa cientifíca porém naquela epóca não se chamava assim, hodiernamente no mundo inteiro acontece pesquisas em busca de avançar a ciência. Nas universidades brasileiras não há um grande incentivo para pesquisas, visto que os pesquisadores recebem baixo incentivo financeiro e as instituições não possuem estrutura para realizar alguns estudos.
Em conformidade, com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) é oferecido aproximadamente 30 mil bolsas no valor de R$ 400,00 por mês. Os cientistas que trabalham com algum tipo inovação tecnológica carecem de um valor mais expressivo, devido a necessidade de construir, testar e eventualmente aprimorar e também ao alto valor dos componentes, muitas vezes é necessário comprar mais de um do mesmo item.
Segundo a Revista do biomédico, o Brasil possue apenas um laboratório de nível 4 que é o nível máximo de biossegurança. Poucas universidades possuem laboratórios com tecnologia avançada e todos os equipamentos necessários ou possuem poucos instrumentos como provetas, béquers e outros. Caso o estudante deseja estudar um certo tipo de doença que exija um nível elevado de biossegurança, ou terá que se deslocar ou não poderá executar.
Assim sendo, é possível observar que no país supracitado existe muitas dificuldades para realização de avanços cientifícos. Com o objetivo de melhorar a estrutura das instituições o Ministério da Educação, Economia e reitores devem esquematizar um plano para modernização de laboratórios e aumento de bolsa, através de questionários é possível saber qual a necessidade especifíca de cada região, deve ser aplicado para docentes e discentes de todos os níveis. As perguntas tem que ser relacionados à valores de bolsa que mais se adequam para cada pesquisa e sobre as estruturas dos laboratórios em questão de tecnologia e quantidade.