A pesquisa científica nas universidades brasileiras
Enviada em 06/01/2021
Marie Curie. Albert Einstein. Charles Darwin. Oswaldo Cruz. São grandes nomes que, ao longo dos séculos, contribuíram com pesquisas e estudos que fizeram o ramo da ciência alavancar e serem estudados até a modernidade. Entretanto, percebe-se que mesmo utilizando esses objetos científicos - nos dias atuais - ainda é precário o incentivo a estas atividades, sendo quase escasso, prejudicando o desenvolvimento da nação. A partir disso, é necessário pontuar, os benefícios desse incentivo às inovações científicas e analisar quais os entraves que impedem esse desenvolvimento.
Evidentemente, é válida a ideia que as pesquisas científicas possuem uma grande importância na construção do desenvolvimento educacional, acadêmico e do país. Isso ocorre porque, para produzir um estudo desse porte é preciso ir além das salas de aulas, é fundamental expandir o conhecimento. Nesse contexto, pode-se afirmar que a educação é uma grande aliada das pesquisas, pois é capaz de contribuir organizando, articulando e produzindo os saberes que podem vir a favorecer a população em nível nacional e internacional, como as pesquisas atuais de ponta sobre as vacinas da COVID-19, divulgadas pela OMS. Com isso, é notório que o desenvolvimento de uma nação está ligado a pesquisas científicas e podem elevar o crescimento socioeconômico, tal como, nos países desenvolvidos, segundo o IPEA.
Observa-se, consequentemente, que as iniciativas às pesquisas científicas devem ser produzidas nos meios de conhecimentos, ou seja, as instituições de ensino superior, já que abragem centros especializados. Dessa maneira, é visto que além de um excelente corpo docente, é fundamental os recursos tributários para o investimento da área, contudo, no Brasil, é visível que essa amplitude de conhecimento tornou-se mais escassa a partir do ano de 2015, e atualmente, sofre cada vez mais com os cortes. Tal questão pode ser justificada, com estudos da Organização HypeScience, que comparou os investimentos em pesquisas científicas no hemisfério sul em relação ao norte, e ainda é extramamente baixa. Logo, ainda se faz pertinente esse incentivo no país e no hemisfério.
Nota-se, portanto, que existem inúmeros benefícios para o país em termos de iniciativas científicas, porém, certos entraves - faltas de recusos, escassez de profissionais - torna mais difícil e acabam atrasando os estudos. Ademais, é preciso que o Ministério da Ciência e Tecnologia junto com o Ministério da Educação, que promovem a expansão do conhecimento, devem agregar as universidades públicas e privadas, proporcionando uma difusão científica. Tal ação deve ocorrer por meio de laboratórios, contratação de profissionais, liberação de recusos para as bolsas de PIBIC e CNPq, a fim de compactuar com esses estudos e auxiliar o crescimento de novos cientistas, como Einstein foi.