A pesquisa científica nas universidades brasileiras

Enviada em 07/01/2021

O Brasil é notório no contexto esportivo. Sendo grande medalhista nas olimpiadas e o maior ganhador de copas do mundo no futebol. Contudo, apesar dos grandes ciêntistas e inventores no passado brasileiro, a ciência no país está em segundo plano.

“Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para constatar, constatando, intervenho intervindo educo e me educo.” Nesta frase de Paulo Freire, é possível identificar a necessidade do questionamento ciêntifico. Além de ser um poderoso agente transformador para o indivíduo, é também a diferença entre a igualdade e a desigualdade, fato que é agravado em um país conhecido por sua desigualdade social fica evidente a falta de investimentos na àrea.

Com base em dados apresentados pela Academia Brasileira de Ciências (ABC) as universidade públicas produzem 95% da produção ciêntifica. E apesar do seu grande impacto nesse nicho, cada vez mais suas verbas são cortadas, gerando assim; falta de estrutura, recursos e pouco incentivo à pesquisa. Fatores unidos que provocam o aumento da fuga de cérebros para países mais desenvolvidos, agravando ainda mais a desigualdade, o progresso econômico, ciêntifico e cultural do país.

Nesse contexto é indubitável a necessidade da valorização do mundo acadêmico e ciêntifico por parte do Governo Federal. Por meio do Ministério da Educação e Cultura, devem ser feitos investimentos nas instituições federais para que o número de bolsas e projetos de pesquisas possam ser expandidos. Com o intuito de que, melhorando a ciência e a infraestrutura acadêmica do país, a fuga de cérebros e desigualdade social não sejam uma opção, tornando assim o país medalhista também em desenvolvimento econômico e ciêntifico.