A pesquisa científica nas universidades brasileiras

Enviada em 08/01/2021

Segundo o cientista Edward Teller, “A ciência de hoje é a tecnologia de amanhã”. Nesse sentido, uma vez que parte dos estudos atualmente são feitos em universidades, quan-do essas não possuem boas pesquisas, futuras inovações deixam de serem criadas. Dessa forma, pode-se atribuir tal fato à falta de investimento nas produções do Brasil, conse-quentemente, criando uma irrelevância dessas no exterior.

Em primeira análise, é mister entender o impacto da fal-ta de recursos na criação de pesquisas. Sob essa ótica, de acordo com o código de leis brasileiro, é proibida a partici-pação privada em universidades públicas no país, o que di-minui consideralvemente o investimento nessas, visto que, o governo está em déficit desde 2015 segundo o portal da transparência. À vista disso, vê-se que é necessário mudar as leis e aumentar as verbas para a educação.

Ademais, urge esclarecer as derivadas da problemática em torno da falta de investimentos em pesquisas. Nesse contexto, como afirmou o ranking da Folho de São Paulo, a melhor universidade brasileira no  cenário mundial não está nem na posição 250º, dado que os estudos do Brasil são irrelevantes para o mundo da ciência. Destarte, fica eviden-te que este fato deve ser remediado urgentemente.

Dessa maneira, no que tange as produções de ciência no país, cabe ao Congresso Nacional, junto ao Ministério da Educação, por meio de um Projeto de Lei, permitir o in-vestimento privado em  universidades públicas, por exem-plo permitindo o aluguel de espaços nessas para a pre-sença de restaurantes ou de salas de estudos particulares. Assim, aumentando a receita para a criação de novas tecnologias como aspirava Edward.