A pesquisa científica nas universidades brasileiras
Enviada em 08/01/2021
Segundo o sociólogo e filósofo Auguste Comte, a sociedade é composta por partes e eixos interdependentes entre si. Isso quer dizer que, por exemplo, um problema em uma dessas partes pode prejudicar toda harmonia existente, visto que elas existem de forma coadjuvante. Atual e analogamente, no eixo social brasileiro, a falta de incentivos na área da pesquisa científica fere esse equilíbrio. Desse modo, convém analisar tal cenário, o qual ganha força devido a fatores de ordem política.
Diante disso, em primeiro lugar, faz-se necessário citar o papel da importância da ciência na construção da sociedade. Nesse sentido, conforme a corrente filosófica positivista, a ciência é única forma de progresso de um país e é por esse método que ele deve ser guiado. Historicamente, isso foi provado como verdade: por meio da pesquisa foram descobertos desde remédios, como os contra o HIV, a métodos revolucionários, como a doação de sangue e órgãos . Assim, fica evidente a importância desse fator e de sua discussão hoje em dia.
Contudo, por outro lado, observa-se que o Estado não leva em consideração esses fatores: segundo matéria do site Veja, cortes de verbas vem acontecendo desde 2015. Isso acontece por conta da inaplicabilidade da Constituição Federal de 1988 por parte do Governo. Esse documento, dentre outro direitos, garante ao corpo social incentivo científico. Entretanto, no contexto citado anteriormente, observa-se o contrário.
Portanto, infere-se que medidas sejam tomadas para amenizar esse contexto. Logo, o Ministério do Ciência e Tecnologia deve - na condição de gestor de recursos dessa natureza - , por meio de um investimento econômico alto, promover uma ação de apoio financeiro nos laboratórios e universidades. Nessa iniciativa, verbas deverão destinadas na área da infraestrutura e recursos humanos, a fim de facilitar o andamento dos estudos e experimentos.