A pesquisa científica nas universidades brasileiras
Enviada em 09/01/2021
Historicamente, as primerias pesquisas foram datas de centenas de anos atrás, cientistas, como alquimistas, já buscavam pelo prolongamento da vida humana, baseados em observações. Felismente, na contemporâneidade, com os avanços nas áreas tecnológicas e científicas, e com as inovações que elas trouxeram, é possível desenvolver benefícios como vacinas que inibem ameaças à saúde pública. Porém, a falta de incentivos e investimentos nas pesquisas científicas em universidades brasileiras se tornou um problema a ser enfrentado.
É necessário pontuar, de início, que a educação é um dereito a todos como descrito na Constituição de 1988. A educação, portanto, qualifica o cidadão para o trabalho e facilita sua participação na sociedade. Com tudo, a falta de incentivos a jovens universitários brasileiros, principalmente os de faculdades públicas, perpetua-se a anos com a decorrência da infraestrutura insuficiente para atender todos os discente de forma igualitária e acima de tudo adequada.
Outro fator preocupante, que está diretamente relacionado com a falta de incentivos expressos no paragráfo anterior, é o escasso investimento com pesquisas científicas. Prova disso são os dados do PIB que apontam que mais de 98% dele é destinado a outras áreas que não a de ciência, tecnológia e inovação. Devido a isso, o alto valor para adequirir os meios necessários à pesquisas científicas não condizem com os baixos investimentos destinados a elas.
Diante dos fatos mencionados, para minimizar tais problemas, é necessário que os alunos, professores e demais agentes ligados a áras da educação, sobretudo integrantes de intituições universitárias, devem precionar o governo, ou mais expecífico o Ministerio da Ciência, Tecnológia e Inovação, por meio de manifestações para reivindicar seus direitos, para que consigam a disponibilidade necessária de recursos, através de parcerias com impresas que atuam no setor da saúde e bem-estar, isentando-as de altas taxas de impostos e com isso os pesquisadores em aprendizagem possam, futuramente, contribuir para com a sociedade. Pois, como disse Mhatma Gandhi, “o futuro dependerá daquilo que fazemos no presente”.