A pesquisa científica nas universidades brasileiras
Enviada em 10/01/2021
Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se observa a pesquisa científica nas universidades brasileiras, hodiernamente, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria e não desejavelmente na prática. Diante dessa perspectiva, convém analisar as principais consequências de tal postura negligente para sociedade.
Nesse sentido, é fundamental apontar o baixo investimento em ciência no Brasil, como um dos principais impulsionadores da baixa produção científica do país nos últimos anos. Além disso, podemos destacar, os diversos problemas enfrentados por cientistas na nação brasileira nos últimos anos, isso se da, devido a falta de materiais de pesquisas como microscópios, balança; calorímetros, banho-maria e muitos outros. Por outro lado, as principais consequências do baixo investimento em ciência é a precariedade na produção de pesquisas, dependência tecnológica estrangeira e por fim muitas despesas extras motivadas pela falta de produção da ciência nacional. Diante de tal exposto, segundo pesquisas recentes do jornal O GLOBO, em 2016, o Brasil diminuiu drasticamente o investimento em ciência no país, puxando para baixo o índice científico da nação no cenário Global.
Ademais, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para incentivar de forma efetiva o fim do baixo investimento científico no Brasil. Outrossim, é inadmissível que o governo brasileiro não tenha um plano coordenado para ampliar o investimento na tecnologia, informação e instrução científica no território nacional, como os Estados Unidos, um país norte americano que investe 476,4 bilhões anuais em ciência e colhe resultados magníficos como o avanço tecnológico e o reconhecimento científico nacional e mundial. Segundo o filósofo grego Sócrates, a vida sem ciência é uma espécie de morte.
Diante dos fatos argumentados, é necessário que o Ministério da ciência, tecnologia e inovação, aja com planejamento, parcerias com outras instituições, como também um maior investimento em ciência e implementação de melhorias, por meio de compras de equipamentos mais modernos; contratação de profissionais capacitados, parcerias com universidade como a de Oxford e também seguir exemplos de sucesso como os Estados Unidos, e assim, chegando ao objetivo de ter nas universidades brasileiras um centro de pesquisa científica de primeiro mundo.