A pesquisa científica nas universidades brasileiras
Enviada em 10/01/2021
Segundo o site VOCESA, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), onde lidera o Laboratório de Fisiologia Celular, desenvolveram uma medicamento capaz de estimular a produção de uma proteína que auxilia na diminuição da gordura em vazos e arterias sanguíneas. Em 2015, em seu auge o laboratório conseguiu uma autorização para testar a descoberta em humanos, porém, sua verba foi cortada no segundo mandato da presidente Dilma. Desse modo temos como causas a falta de investimento e o silenciamento.
Em primeiro plano, devemos ressaltar a falta de investimento. Segundo dados da fundação Gétulio Vargas, a taxa de investimento no Brasil, está no seu menor nível nos ultimos 50 anos, quanto em setores públicos e privados. No entanto, para gir sobre problemas coletivos como o corte de verba de pesquisas nas universidades, é preciso um investimento massivo.Como há uma lacuna financeira no que se tange ao problema, sua erradicação tem sido complicada.
Em segundo plano, também devemos ressaltar a falta de debate.O filósofo Foucault defende que, " na sociedade pós-moderna, alguns temas são silenciados para que estruturas de poder sejam mantidas". Nesse sentido, percebe-se uma lacuna no que se refere ao debate em torno do corte de verba das faculdades, que tem sido silenciado. Assim, sem diálogo sério e massivo sobre esse pronlema, sua resolução é impedida.
Portanto, fica evidente que medidas devem ser tomadas para alterar esse cenário. Logo, o Ministério da Educação (MEC), juntamente com o Governo Federal deveriam voltar a investir mais nas pesquisas das universidades brasileiras, assim podendo retomar os estudos sobre o medicamento, também podendo começar novas pesquisas para o avanço da saúde no Brasil. Assim fazendo um Brasil com mais qualidade de vida.