A pesquisa científica nas universidades brasileiras

Enviada em 11/01/2021

Em meados do século passado, o escritor austríaco Stefan Zweig mudou-se para o Brasil devido à perseguição nazista na Europa. Bem recebido e impressionado com o potencial da nova “casa’’, Zweig escreveu um livro  cujo o título é até hoje repetido: ‘‘Brasil, país do futuro.” Contudo, quando se observa defasagem das pesquisas acadêmicas no Brasil atual, escancara-se  que a profecia não saiu do papel.

Em primazia, vale salientar o carater não só conspícuo mas também a inegabilidade  de que  as pesquisa científicas  são objetos de preterição. Bom exemplo disso, são os diminutos avanços científicos brasileiros, em função  da precaridade govarmetal no que tange ao investimento orçamental, é rarefeito  o estímulo à pesquisa o que não só inviabiliza as pesquisas mas também  promove consequentemente  a evasão de cientistas brasileiros.

Outrossim, é relevante pontuar que  descrença social na ciência é um fator importante nesse contexto.  A ciência trás consigo um significado de avanço, de algo novo. O obsoletismo está  é um constume inveterado no corpo social brasileiro. " A queles que não conseguem lembrar do passado estão codenados a repeti-los. " A frase de George de Santayana - filósofo, poeta e ensaísta, nesse contexto nos remente à novembro de 1904 com o acontecimento da revolta da vacina, onde a insatisfação popular em razão de uma campanha de vacinação obrigatória veio à tona. Atualmente, com revolta ou sem, o sentimento da parcela majoritária dos brasileiro é o mesmo de 1904.

Portanto, ações para que as pesquisas científicas nas universidades brasileiras não só continuem, mas que se desenvolvam são de origens  crucias. É de imcubência do Tribunal de Contas da União, subisidiar as universidades por meio de equipamentos científicos, laboratórios de qualidades e computadores para pesquisas. Ademais, é de cunho impriscindível que o Ministéria da Educação atue não só na capacitação, mas também na formação de novos profissionais.