A pesquisa científica nas universidades brasileiras
Enviada em 11/01/2021
Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que as pesquisas científicas brasileiras apresentam barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de More. Esse cenário antagônico é fruto tanto da falta de investimentos, quanto dos desvios de verbas que deveriam ser voltadas a educação. Diante disso, tornou-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da sociedade.
Precipuamente, é fulcral pontuar que a deturpação financeira deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismos que caíbam tais recorrências. De acordo com o pensador Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Devido à falta de atuação das autoridades, onde o congelamento nos orçamentos dos estudos suscita a perda de grandes descobertas para todo o tecido social, como a cura de doenças, desenvolvimentos de novas tecnologias que ajudam no crescimento do país que poderiam contribuir para a resolução de problemas que prejudicam a população e fornecer a melhor qualidade de vida. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
Ademais, é imperativo ressaltar que os baixos salários destribuidos interfere de maneira consistente a prática científica no Brasil, visto que os cidadãos necessitam da verba para poder atuar em sua aréa de especialização. Partindo desse pressuposto, segundo o jornal Scielo são destinados menos de 10% a pesquisas científicas o que remete cerca de 9 milhões por ano direcionados as universidades, uma dos menores investimentos comparados aos paises desenvolvidos. Tudo isso retarda a resolução desse empecilho, já que as burocracias também atrasam as divulgações dos estudos, o que contribui para a perpetuação desse quadro deletério.
Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Dessarte com o intuito de mitigar os desafios das pesquisas científicas, necessita-se, urgentemente, que o Governo direcione capital, que por intermédio do Ministério da Educação, será revertido em fiscalizações e divulgações sobre a importância das pesquisas a todo o público, através dos sistemas de redes digitais das universidades com o objetivo de monitorar cada recurso enviados para o desenvolvimentos das pesquisas e a sua propagação na sociedade. Desse modo, aternuar-se-á em médio e longo prazo, o impacto nocivo da falta de recursos e desvios para as instituições, e a coletividade alcançará a utopia de More.