A pesquisa científica nas universidades brasileiras

Enviada em 14/01/2021

É evidente que a amplificação no setor de pesquisa é imprescindível para o desenvolvimento nacional. Nesse sentido, segundo o site " abc.org", as faculdades públicas são responsáveis por 95% da produção científica brasileira. Por tal razão, corrobora-se a necessidade de se investir nos centros universitários, o que configura esse cenário como uma questão política e exige, portanto, uma análise criteriosa no que tange ao papel dos governantes nessa situação.

Em primeira análise, segundo o site “UOL”, o atual presidente da República atuou de forma significativa no corte de verbas das faculdades federais. Por consequência, em meio à pandemia do covid-19, houve um grande déficit orçamentário no setor de pesquisas universitárias, o que acarretaou prejuízos severos no que diz respeito aos vírus e aos equipamentos médicos necessários, como também no desenvolvimento da vacina.

Por conseguinte, ao se remeter à ciência brasileira, a ausência do Prêmio Nobel que poderia ter sido de César Lattes, físico estudioso da partícula atômica “méson-pi”, exemplifica como a falta de investimento e valorização nesse setor atrofia a produção científica nacional. Desse modo, reafirma-se a característica política dessa problemática e como isso afeta negativamente os estudantes do país.

Destarte, constata-se que a defasagem inerente às pesquisas universitárias é produto da insuficiência em incentivo e valorização governamental. É fulcral, portanto, que o Ministério da Ciência, por intermédio da União Federal, execute, por meio da criação de um fundo de investimento à produção acadêmica com verbas provenientes de impostos destinados às tecnologias e inovações, o financiamento dos laboratórios a fim de fomentar a produção científica nas faculdades federais. Será possível, assim, promover a manutenção do desenvolvimento estudantil e garantir a disponibilização dos recursos para suprir as necessidades dos estudantes de nível superior.