A pesquisa científica nas universidades brasileiras

Enviada em 11/01/2021

A família do covid-19 é conhecida pela comunidade científica, porém quando esse vírus sofreu uma mutação, atacou o ser humano e criou uma pandemia não havia conhecimentos suficientes acerca de formas de combate a doença. Nessa lógica, é estranho que um setor que pode proteger a humanidade de tragédias aponte tamanha falha. Desse modo, pode apontar que isso ocorre devido aos investimentos precários e desvalorização das pesquisas científicas.

A princípio, vale discutir que o governo não dá a devida importância ao setor educacional. De acordo com o MEC, Ministério da Educação e Cultura, em 2021 haverá corte de verbas na educação de quase 1,5 bilhão de reais. Nessa lógica, é revoltante que mesmo em meio a um grande indicador de que faltam pesquisas e estudos, ainda vai diminuir o seu capital. Portanto, é imprescindível que haja mediamento frente aos gastos educacionais.

Outrossim, cabe refletir quanto ao desprestígio de setores essenciais à vida. Em análogo ao economista Arthur Lewis “educação nunca foi despesa, sempre foi investimento com retorno garantido”. Nessa perspectiva, a falta de conhecimentos causa desigualdades sociais, marginalização, exclusividade social, dentre outros empecilhos que degradam uma socidade. Logo, percebe-se que grande parte dos obstáculos da pátria brasileira deve-se a falta de investimentos na educação.

Por conseguinte, é preciso que a legislação brasileira, auxiliada por especialistas em economia e educação, crie leis coerêntes para controlar o  corte de verbas, por meio de uma banca de profissinais dos setores para aprovarem os recuros direcionados às áreas da educação. Ademais, para garantir a efetividade das leis, o governo, ligado às campanhas e ONGs, devem realizar reuniões para criar projetos e incentivos às pesquisas científicas. Assim, o Brasil pode se destacar em comprometimento ao conhecimento e educação de qualidade.