A pesquisa científica nas universidades brasileiras
Enviada em 11/01/2021
O ´´ Houcausto´´, na Segunda Guerra Mundial, foi um exemplo da crueldade humana, porém tinha a exploração de muitas pesquisas científicas. Nesse contexto, o cenário brasileiro se encontra na falta de investimento na ciência e na fuga de “cérebros do país” que causam desafios na manutenção científica das universidades no Brasil.
Em primeiro plano, de acordo com ´´ Instituto Butantan´´ em 2021, a exploração da ciência chegou ao grande ponto de ajudar na fabricação das vacinas contra a Covid-19. Entretanto, mais pesquisas poderiam ser desevolvidas se tive-se investimento nesses setores. Ademais, a cada ano desde 1996 sua fundação, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações tem menos verba para exercer seus serviços, logo assim as verbas para as faculdades brasileiras também são cortadas.
Em segundo plano, a Lei nº 9.257, faz a formulação e implementação da política nacional de desenvolvimento científico e tecnológicos exercida pelo Ministério sendo inadmissivél essa falta de investimento que causa a fuga de cérebros do país. Outrossim, estes cientistas não são valorizados, não tem espaço para trabalhar e as universidades brasileiras tampouco possuem laboratórios para pesquisas ou material para apoio, assim muitos vão para outros países. Além disso, o corte nas universidades e institutos federais podem chegar a R$ 1,4 bilhão, segundo informam o Conif (Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica).
Portanto, para que não tenha impasses nas pesquisas científicas nas universidades brasileiras, o MEC ( Ministério da Educação ), deve entrar em contato com o Governo Federal e juntos disponibilizar mais investimentos nas áreas científicas, principalmente nas faculdades por meio da construção de laboratórios e na compra de equipamentos para as pesquisas. Como também, apoiar a formação de novos cientistas com bolsas de estudo e remuneração para a valorização de novos profissionais a fim de investir na manutenção científica das universidades brasileiras.