A pesquisa científica nas universidades brasileiras
Enviada em 12/01/2021
Segundo a Lei da Inércia, de Newton, um corpo tende a se manter estático se nenhuma força for aplicado sobre ele. Nesse contexto, pode-se perceber a importância da pesquisa científica nas universidades brasileiras, uma vez que a ciência funciona como um impulsor para a progresso e para as transformações necessárias. Porém, essa área é pouco valorizada no país, seja por uma base educacional deficitária ou por uma falta de estímulo do governo.
Em primeiro plano, é preciso atentar para a falta de informação presente na questão. Nesse sentido, o filósofo Schopenhauer defende que os limites do campo de visão de uma pessoa determinam seu entendimento a respeito do mundo. Com isso, encontra-se as raízes da falta de conhecimento a cerca do tema: se a população não tem acesso às informações sérias sobre a pesquisa científica, sua valorização é deficiente.
Além disso, outra dificuldade enfrentada é questão da negligência pelo governo. Desse modo, a Capes juntamente com o CNPq e outros órgãos são responsáveis pela distribuição de bolsas para alunos que desejam se dedicar à ciência. No entanto, essas quantias em dinheiro não sofrem reajuste há quase uma década, o que é um grave problema, uma vez que o Brasil se encontra numa situação de alta inflação e esses programas exigem dedicação exclusiva, o que impossibilita o trabalho em outras áreas, a fim de complementar a renda mensal.
Logo, medidas estratégicas são necessárias para alterar esse cenário. Para isso, o Ministério da Ciência e Tecnologia deve aumentar o investimento no que se refere ao fomento de pesquisas, assim como promover palestras que sejam webconferenciadas nas redes sociais. Ademais, essas conferências devem apresentar entrevistas com cientistas e estudantes que desejam seguir carreira acadêmica, com o objetivo de trazer mais lucidez sobre o tema para a população em geral. A partir dessas ações, espera-se promover a construção de um Brasil melhor.