A pesquisa científica nas universidades brasileiras
Enviada em 14/01/2021
A Revolução Científica do século XVII, comandada por Galileu Galilei, foi um período marcante na história, que mudou completamente o setor científico, de modo a resultar em vários avanços como teses e pesquisas científicas. Contudo, atualmente no Brasil, grande parte dos estudos científicos são realizados em universidades, porém a falta de investimento e valorização prejudica a realização das pesquisa.
Nesse contexto, é válido salientar que Revolução Científica tornou o conhecimento mais estruturado e prático,de maneira a ampliar os estudos científicos. Entretanto, toda e qualquer pesquisa científica requer investimento para ser realizada, o qual é disponibilizado pelo Governo Federal, porém segundo estudos do G1, em 10 anos, as universidades brasileiras sofreram cortes de 73% nas verbas direcionadas a laboratórios, reformas e trocas de computadores, de forma a prejudicar a realização e finalização de vários projetos relacionados a ciência.
Outrossim, é importante ressaltar que segundo pesquisas do G1, o Brasil é o décimo primeiro país no “hanking” mundial de públicações científicas, além disso, mais de sessenta mil artigos foram públicados em 2018. No entanto, uma boa parte da população ainda acredita que as áreas científicas do país não são boas o suficiente, o que, de fato, desvaloriza os trabalhos dos cientistas brasileiros e impulsiona ainda mais os cortes de verbas nas universidades do Brasil.
Portanto, em virtude dos fatos mencionados, pode-se afirmar é de suma importância que o Governo Federal continue investindo nas pesquisas científicas das universidades do país, por meio de bolsas de estudos, auxílios e equipamentos. Ademais, o Ministério da Educação poderia educar a população sobre a importância das pesquisas nacionais, através de palestras, debates e campanhas midiáticas, para que, assim, as universidades do Brasil, volte a realizar e finalizar ainda mais estudos.