A pesquisa científica nas universidades brasileiras

Enviada em 13/01/2021

No início do século XX, o médico e pesquisador Osvaldo Cruz foi o principal responsável pelo fim da febre amarela no Brasil da época, por mérito de suas descobertas na área da microbiologia. No entanto, o cenário atual do setor científico no país não obtém tal significância, seja pela escassez de investimentos e recursos destinados às universidades ou por falta de incentivo à educação

Em uma primeira análise, deve-se ressaltar que a distribuição de verba às academias não é feita de forma adequada. Logo, há precariedade quanto a elaboração de pesquisas científicas e formação acadêmica adequada aos profissionais e discentes destinados a realizá-las. Sendo assim, tal problema reflete o total descaso dos orgãos governamentais de educação quanto ao avanço da nação cientificamente rumo ao status de país desenvolvido.

Ademais, a falta de estímulo aos estudantes na busca por conhecimento, desde a educação básica até a vida universitária, desencoraja os pesquisadores em potencial a desenvolverem trabalhos, visto que não há motivação suficiente para isso, como a disponibilidade de bolsas de extensão com auxílio financeiro e de orientadores capacitados. Sendo assim, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, aliado ao Ministério da Educação, utilizando-se do tesouro da união, distribua verba de maneira igualitária e considerável para universidades e escolas, a fim de impulsionar o crescimento da esfera científica e propagar sua necessidade. Assim, se consolidará uma sociedade mais desenvolvida em todos os aspectos que a constituem.