A pesquisa científica nas universidades brasileiras

Enviada em 13/01/2021

A Terceira Revolução Industrial, também conhecida como Técnico-Científica, marca o início de uma nova geração, pois ocorrem grandes avanços na área da ciência e biotecnologia. Entretanto, o Brasil é um dos países que sofre com altos cortes nas pesquisas científicas das universidades públicas. Isso ocorre devido à redução de gastos da dívida pública, e a resposta imediata que a sociedade busca.

Primordialmente, segundo matéria do portal G1, o orçamento das universidades federais do país poderá ter quase 1 bilhão a menos em 2021. Nesse sentindo, isso afetará todos os setores das instituições públicas de educação, principalmente as pesquisas científicas que dependem de recursos para que seja possível comprar aparelhos, substâncias e custear aulas de campo. O efeito social é uma crise científica generalizada, aliada à falta de políticas públicas eficazes com destaque no setor da saúde. Logo, por exemplo, mesmo o Brasil tendo profissionais qualificados e capacitados foi preciso comprar a fórmula da vacina contra a COVID-19 através de parcerias com laboratórios estrangeiros.

Outrossim, algums setores da sociedade ainda é leigo quando se fala em pesquisas científicas, visto que essa parcela do corpo social busca uma resposta mais rápida sem qualquer preocupação com os efeitos adversos. Inegavelmente, essa geração da rapidez é uma das responsáveis pela falta de valorização dos estudos científicos. Ademais, com a pandemia do coronavírus os países tecnologicamente estruturados dizem: “a gente vai ter que chegar primeiro”, ou seja, chegar para mudar e trazer uma solução para o mundo.  Por conseguinte, vislumbra-se a necessidade da valorização da ciência, como forma de valorizar à vida, pois como proferido por Steve Jobs: é a tecnologia que move o mundo.

Portanto, é fundamental ressaltar que os investimentos em ciência e tecnologia é crucial para o futuro das gerações. Logo, o governo federal junto ao Ministério da Econômia podem direcionar um maior capital de impostos para o setor da educação, e assim garantir uma maior qualidade nos laboratórios de ciências e nas estruturas das universidades públicas do país. Além disso, o Ministério da Educação pode promover campanhas, matérias e entrevistas com cientistas para mostrar através da mídia o poder benéfico que as pesquisas científicas promovem em uma nação. Assim, a sociedade ficará mais atenta e informada sobre as decisões a serem tomadas caso algo possa afetar a atuação das pesquisas no país.