A pesquisa científica nas universidades brasileiras
Enviada em 13/01/2021
Ao analisar o sistema universitário brasileiro, percebe-se que a maneira como elas foram instituídas, já era considerado que grande parte das pesquisas científicas seriam conduzidas nesses locais. Consoante a Academia Brasileira de Ciências, as universidades públicas respondem por mais de 95% das produções científicas do país. No entanto, com os recentes cortes de verbas, tais conquistas correm risco.
Segundo o revolucionário Nelson Mandela, a educação é a maior arma que se pode usar para mudar o mundo. Por conseguinte, a possibilidade de os estudantes universitários participarem de pesquisas em suas próprias áreas favorece o desenvolvimento do Brasil. No entanto, levando em consideração a situação supracitada, nota-se que o contrário está ocorrendo, colaborando para a fuga de cérebros do país, visto que o incentivo e o financiamento para tais pesquisas está cada vez mais restrito.
Outro fator que colabora para a pouca produção científica brasileira é a concentração de pesquisas na região sudeste, onde há mais incentivo finaceiro e concessão de bolsas de estudo. Em vista disso, os estudantes de outras regiões possuem menos oportunidades de grande sucesso na carreira. Tal fato colabora para a grande imigração à região sudeste.
Destarte, reforça-se a ideia de que as pesquisas universitárias têm muita impotância no desenvolvimento do mundo. Assim, compete ao governo investir mais fortemente nas universidades públicas, inclusive nas áreas menos populadas. Desse modo, o Brasil dará um passo para a melhoria da qualidade de vida do país, assim como Nelson Mandela afirma.