A pesquisa científica nas universidades brasileiras

Enviada em 14/01/2021

Os inúmeros progressos tecnológicos durante a guerra espacial e nuclear, na guerra fria, são prova histórica de que quando estados nacionais mobilizam seus recursos em pesquisa, conseguem resultados muito mais rápido que a inciativa privada. No Brasil, recentemente, no cenário de crise econômica houve um corte em pesquisas científicas, o que é inaceitável pois vai diminuir o progresso científico do país tremendamente e enfraquecer as universidades públicas.

As inovações tecnológicas são um investimento de grande risco, visto que o custo é alto, as pesquisas demoradas e muitas vezes sem retorno financeiro, e isso vai contra quase todos pilares do investimento. Portanto é imprescindível que o Estado financie essas pesquisas, para que, quando grandes descobertas como o LipoCardium ocorram, economizando bilhões, esses investimentos compensem.

Adicionalmente, a retirada de investimentos nas pesquisas Universidades públicas acarreta uma diminuição no reconhecimento internacional das mesmas, e causa que alguns dos melhores alunos optem por terminar seus projetos científicos eu outros países, assim exportando nossos melhores estudantes. Portanto é inaceitável esse corte de investimentos, e o governo deve procurar alternativas.

Em virtude do cenário atual, fica evidente que os recursos precisam ser alocados de forma mais inteligente. Para isso, o Ministério da educação deve criar um comitê de avaliação de pesquisas, com membros qualificados no meio científico acadêmico para analisar quais pesquisas devem receber investimento, assim investindo os recursos de maneira mais eficiente e promissora.