A pesquisa científica nas universidades brasileiras
Enviada em 15/01/2021
No contexto atual, as pesquisas científicas possuem grande valor para a sociedade, pois contribuem para diversas áreas do conhecimento, como por exemplo a saúde, que pode criar vacinas e até mesmo descobrir a cura para doenças. Entretanto, apesar da enorme importância desses estudos, não há verbas o suficiente para realizá-los devidamente. Além disso, os laboratórios de universidades brasileiras estão cada vez mais sucateados.
Durante o Século das Luzes, a tendência de pensamento era Iluminista, guiada pela razão e valorização da ciência. Levando em conta que no ano de 2019, a Capes, órgão criado pelo Ministério da Educação (MEC), cortou mais de 5 mil bolsas de estudos para pesquisadores de universidades, pode-se concluir que houve um retrocesso. A falta de investimentos em pesquisas demonstra que o país despreza a ciência, o que vai contra o pensamento Iluminista do século XVIII.
À medida que bolsas de estudo são cortadas, os laboratórios de universidades acabam sucateados. Uma vez que não há dinheiro suficiente para a manutenção dos equipamentos, pode ocorrer a perda de insumos, além de haver risco de incêndio. Por consequência, não existe a possibilidade de contratar novos cientistas, e nem dar continuidade a estudos já existentes. Desse modo, o país é prejudicado, já que o avanço científico fica estagnado, sem novas descobertas.
Portanto, para que as pesquisas nas universidades brasileiras sejam mais valorizadas, cabe ao MEC, investir nas faculdades do país, de modo que mais pesquisadores sejam contratados, e que os laboratórios tenham melhor infraestrutura. Assim, a ciência do Brasil será reconhecida e prestigiada, e a população poderá ser beneficiada pelas novas descobertas. Ademais, o pensamento do Século das Luzes voltará, fazendo com que a sociedade progrida.