A pesquisa científica nas universidades brasileiras
Enviada em 15/01/2021
No Brasil, logo após a criação dos Institutos Butantan e FioCruz - que foram fundados logo após a epidemia de Febre Amarela, no final do século XIX -, ocorreu uma valorização exponencial da ciência e investimentos na mesma. Em contrapartida, nota-se que esse panorama de sucesso foi sucetível a vários problemas, dentre eles, cabe citar a falta de verbas para pesquisas científicas nas universidades brasileiras. Nesse sentido, torna-se urgente solucionar os principais impasses dessa problemática supramencionada: a negligência estatal e negacionismo científico.
Diante desse cenário, é lícito postular que a incoerência do Estado - setor máximo da administração, que incorpora os três poderes - é um dos principais sustentáculos da escassez de montantes necessários para pesquisas. Ilustrando essa perspectiva, foi recentemente mostrados nos jornais impressos e televisionados, de como a falta de verbas para iniciações científicas podem afetar a população, visto que os primeiros países a conseguir uma vicina eficaz contra a “Covid-19”, foram os que mais investiram nesse setor, comos os EUA e Reino Unido. Nessa lógica, a falta de explorações na área afeta todos os cidadãos brasileiros. Assim, a aplicação de capital na ciência é um dos caminhos para resolver o problema em discussão.
Ademais, o negacionismo ciêntifico por parte dos governantes e indíviduos é um pilar para a falta de pesquisas. Como disse, Nelson Mandela, ex-presidente sul-africano que a educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo, porém no contexto atual, tem-se vivenciado o retrocesso antropológico da ciência, visto que a falta de educação instaura limites intelectuais no indivíduo, levando-o a ‘’não entender a ciência’’, tendo como consequência o desprezo pela mesma. Os líderes políticos tem como obrigação incentivar e apoiar o estudo, porém na pandemia da nova cepa do Coronavírus, ficou explicito o seu descaso e desconsideração da matéria pela maioria. Cabe afirmar, que combater o negamento da comunidade é um dos desafios para a pauta.
Desse modo, o combate a negligência estatal e o negacionismo é um dos empasses a serem resolvidos para melhorar a situação das pesquisas nas universidades do Brasil conteporêneo. Com isso, cabe ao Ministério da Educação - setor do governo que coordena as operações educacionais - juntamente com o da Economia, a criação de campanhas para o estímulo ao investimento nas pesquisas, que seria feita nos grandes clogomerados empresariais, mostrando do impacto do estudo na população e no país, tendo como resultado grandes investimentos. Além disso, cabe a mídia a criação de obras ficcionais que mostre a sua importância da ciência na sociedade, assim incentivaria a expansão inteletual do Homo Sapiens moderno.