A pesquisa científica nas universidades brasileiras

Enviada em 16/01/2021

O filósofo Gilberto Dimenstein elaborou esta democracia “Cidadão de papel”, na qual o autor define o termo como o indivíduo que, apesar de possuir direitos na legislação, não os vivencia devido à desinformação por parte da população ou à subtração destes pela esfera governamental .Nesse sentido, essa definição pode ser empregada em diversos contextos brasileiros, como a restrição de acesso a verbas para as pesquisas científicas nas universidades brasileiras que impossibilita uma grande parcela de cientistas a porem em prática seus estudos revolucionários, embora o direito ao investimento cientifico seja “assegurado” no artigo 218, onde a pesquisa científica e técnica receberá tratamento prioritário do Estado, tratando o progresso da ciência da constituição federal de 1988, norma maior em vigor. Diante disso, torna-se necessária a efetivação do direito conforme necessário para os espaços científicos universitários com a disponibilização de equipamentos em lapso, tanto por falta de apuração dos Estados, quanto por falta de investimentos econômicos para o fundo científico brasileiro.

De início, destacar destacar que grande parte dos pesquisadores não possuem sucesso nos materiais baseados para seus estudos, por não apresentar um bom funcionamento. Desse modo, com a restrição de outros direitos “garantidos” constitucionalmente considerados prioritários, como a ausência de uma infraesturuta científica, capacitação estrutural nos centros de pesquisa, é consequentemente à um avanço medicinal, é considerado indispensável. Por isso, apesar de existirem projetos incentivados pelo CNPq, o qual promove, bolsas,incentivo e a possibilidade de desenvolver trabalhos focados em uma área específica resolver uma questão ou problema específico ainda não democratizado, já que os direitos considerados mais “urgentes” são priorizados em detrimento do progresso científico logo, evidencia-se a precisão de políticas públicas públicas na promoção da problemática pelos inclusos nessa esfera.

Portanto, diante do exposto, fica claro que a valorização da ciência nas universidades no Brasil será alcançada com a extensão efetiva desse direito aos investimentos tecnológicos e financeiro. Cabe ao Ministério da Justiça, por intermédios de verbas da União e do fundo rotativo, mover capital para, criar uma infraestrutura capacitada para suprir todas as necessidades dos cientistas, em pró do progresso tecnológico e médio. Outrossim, o Ministério da Tecnológica junto com o CNPq deve investir em mais bolsas de estudo para o incentivo assim dos estudantes promovendo trabalhos e pesquisas em diversas áreas problemáticas atuais. Dessa forma contribuindo para mais desenvolvimentos e avanços em prol da saúde no país.Além disso, como ONGs, junto à mídia, podem divulgar notícias e criar projetos de valorização a ciência nas universidades. Dessa forma combatendo o problema no Brasil.