A pesquisa científica nas universidades brasileiras

Enviada em 28/01/2021

O século XIX considerado o da ciência abriu portas para um novo pensamento científico, deixando para traz o conceito de que tudo estava ligado a crença religiosa. Atualmente a pesquisa teve um certo avanço, fazendo com que a mesma se integrasse no interno das universidades brasileiras, trazendo assim, descobertas inovadoras. No entanto, há um grande desprovimento de recursos e verbas.

Para começar, as pesquisas em universidades brasileiras têm trazido grandes descobertas e avanços na saúde. De acordo com o “Jornal da USP” 15 universidades públicas produzem cerca de 60% da ciência brasileira.  Além disso 90% do artigos publicados foram gerados em faculdades não privadas. Sendo assim, é correto afirmar que essas pesquisas são de muita importância na vida humana, além de ser uma evolução no páis.

Entretanto, apesar da iniciação científica ser um avanço, a falta de verbas e recursos têm crescido de maneira exorbitante. Dados do site “VEJA” revela que em 2019 foi gasto 88% do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) colocando em risco o trabalho desenvolvido em universidades e laboratórios. Isso mostra que a educação  preciso ser colocada em primeiro lugar e que urgentemente precisa de meios para se sobressair.

Portanto, fica nítido que as pesquisas devem continuar e para que isso ocorra é necessário um orçamento extra. Dessa forma, é essencial que o Governo Federal crie um projeto denominado “Ciência é Futuro”, no qual será usado como porta de entrada o cinema, em que serão escolhidos cinco filmes ligados a educação, e 60% do dinheiro que for ganho da parte dos estudantes será investido nas universidades para fins científicos. Sendo assim haverá uma união da parte dos acadêmicos mesmo que de forma indireta, além de ser um incentivo para que as pesquisas continuem.