A pesquisa científica nas universidades brasileiras
Enviada em 27/03/2021
Investir em pesquisas científicas é aumentar a capacidade econômica de um país. Nesse viés, é fulcral que o Brasil, fundamentalmente agrário e extrativista, comece a investir em tecnologia, obejtivando eliminar o déficit da balança comercial brasileira, ou seja, para que tal ocrrência seja efetivada deve-se anular o sistema econômico errôneo e antiquado, características herdadas do passado.
Em primeira instância, de acordo com a Divisão Internacional do Trabalho(DIT), o Brasil é um país que se caracteriza por vender produtos com baixo valor agregado, o que acarreta em prejuízos. Esse cenário atual, é herança do passado extrativista e agrícola da nação. Prova disso é a exploração do Pau-brasil no litoral, do ouro em Minas Gerais e da oligarquia cefeeira em São Paulo. Assim sendo, em meio a tanta exploração de recursos primários, a educação nunca teve um espaço para se expressar e modernizar a União. Logo, a solução para o país é tentar subverter esse passado colonial, investindo nas universidades.
Outrossim, estudantes brasileiros viajavam para a metrópole para estudar na Universidade de Coimbra. Uma clara referência à negligência governamental associada aos estudos, a qual perdura hodiernamente. Posto isso, é comum que universidades públicas brasilieras sofram com falta de infraestrutura. Ademais, não investir em pesuisas é o mesmo que desperdiçar capital humano. Por consequência desse desprezo é comum a “fuga de cérebros”, termo utilizado para designar a saída de pesquisadores de países subdesenvolvidos para países ricos, que valorizam o conhecimento.
Em suma, o Brasil deve mudar esse panorama negativo, no qual o setor primário ofusca pesquisas científicas. Isso pode ser feito por intermédio do Ministério da Educação e da Cultura(MEC), o qual deve exigir dos governos federais e estaduais maiores investimentos, como: melhores salários para os professores, equipamentos modernos, parcerias com universidades fomosas internacionalmente, além de escolas públicas e municpais com elevada qualidade para que os jovens tenham capacidade de ingressar nas instituições. Caso isso aconteça, o Brasil terá um pleno desenvolvimento econômico.