A pesquisa científica nas universidades brasileiras
Enviada em 18/03/2021
No período atual, a pandemia do cornavírus causou danos irreversíveis ao redor do mundo, necessitando de muito investimento para encontrar uma solução capaz de amenizar a situação, no caso, a vacina. Bem como, o Brasil conta com Universidades públicas de ótima qualidade, entretanto, a falta de recurso nesses setores impede o desenvolvimento de novas pesquisas. Portanto, nota-se que a falta de investimento em Universidades brasileiras impossibilita o progresso de estudos que possibilitariam uma melhor qualidade de vida aos cidadãos, e diminuiria o custo do Governo com a saúde pública. Logo, o corte de verbas não deve ser realizado.
Primeiramente, deve-se compreender que as pesquisas realizadas por Universidades públicas são relevantes, e um corte nos investimentos poderia acarretar um déficit na saúde a longo prazo. Segundo pesquisas da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), as Universidades públicas são responsáveis por mais de 90% da produção científica no país. Dessa maneira, percebe-se que cortar custos dessas faculdades seria capaz de impedir uma melhoria na qualidade de vida da população e um possível avanço na Medicina.
Outrossim, além de acarretar danos futuros, a contenção de investimentos para pesquisas científicas pode desperdiçar estudos em andamento que não apresentam recursos suficientes para prosseguir e concluir o trabalho. Ademais, deve-se compreender que a manutenção de aparelhos, como refrigeradores, também é de extrema importância para o armazenamento de vacinas e soros, que não podem ser desperdiçados. Portanto, nota-se que a decisão equivocada de deixar de investir em pesquisas científicas pode apresentar danos à população, e além disso, influenciar negativamente no processo de cura e tratamento para doenças, como o coronavírus.
Portanto, para que as Universidades apresentem estruturas para prosseguir com pesquisas científicas, agências governamentais e conselhos de pesquisa devem, através de manutenção nos aparelhos e investimento nos estudos, atribuir às Universidades o incentivo de promover mais trabalhos, a fim de melhorar a qualidade de vida da população brasileira e impulsionar projetos que visem o avanço da Medicina. Assim, o processo de melhoria para determinadas doenças, como o coronavírus, seria mais eficiente.