A pesquisa científica nas universidades brasileiras

Enviada em 31/03/2021

O Artigo 23° da Constituição da República Federativa do Brasil, assegura que é de competência do Estado proporcionar meios de acesso à tecnologia, pesquisas e inovações. Entretanto, no que concerne a análises científicas em universidades brasileiras, é visto que ainda há muito o que ser produzido e desenvolvido nessa área. Com efeito dessas demandas, tanto a baixa no apoio em pesquisadores, quanto a falta de recursos disponíveis para melhores condições de projetos na ciência, se tornam grandes problemas para o desenvolvimento tecnológico do país. Dessa forma, é imprescindível a busca de alternativas para a resolução dos impasses.

Em primeiro lugar, o que define um bom desempenho em projetos dentro de instituições de ensino é, sem dúvida, uma alta qualidade do grupo de pesquisadores. Prova disso, é uma pesquisa realizada pela Academia Brasileira de Ciências, que aponta que mais de 95% da produção tecnológica deve-se a pesquisas feitas em universidades públicas. Tendo isso em pauta, para que haja a formação desses profissionais, a participação e a aplicação de capital em estudantes são essenciais, uma vez que só teria a acrescentar no seu desenvolvimento intelectual.

Em segunda análise, a aplicação de verbas para a conclusão de projetos científicos e a disponibilidade de locais adequados para a aprofundamento de pesquisas são extremamente necessárias e ainda deixam a desejar. Para ilustrar tal importância, é notável o alto aproveitamento de Impressoras 3D que, por meio da montagem de próteses com dimensões específicas, atendem diversas demandas na saúde. Em virtude disso, é fundamental que haja apoio financeiro para a melhoria na condição de laboratórios, de modo a tornar o Brasil um país bem-sucedido e avançado tecnologicamente.

Portanto, a fim de se aplicar melhorias a respeito de qualificação de profissionais, bem como na aplicação de investimentos para projetos científicos, medidas devem ser tomadas. O Estado- dadas suas funções de atuar em favor da população- deve, por meio de aplicações de fundos monetários, criar projetos internos que visem a melhoria de locais direcionados à pesquisas, com mais equipamentos e apoio para a continuidade de estudos. Ademais, é necessário que o Ministério da Educação tenha participação na questão da inteligência social do indivíduo e atue na democratização do acesso à tecnologia. Logo, bolsas de iniciação devem ser ofertadas, para que estudantes tenham participação e acompanhem de perto um grupo docente já experiente. Por fim, após tomadas as medidas, é de se esperar um Brasil em progresso que cumpra com os direitos, citados a priori, da Constituição.