A pesquisa científica nas universidades brasileiras

Enviada em 05/04/2021

Em 1953 os cientistas Francis Crick e James Watson descobriram a estrutura molecular do ácido desoxirribonucleico (DNA), o que possibilitou o desenvolvimento de exames de diagnósticos e novos tratamentos medicinais. Desse modo, é possível observar a importância da pesquisa científica nas universidades brasileiras no desenvolvimento da tecnologia e o quanto ela impacta a qualidade de vida da comunidade quando não exercida.

A priori, são imprencindíveis os incentivos monetários na ciência para a melhora na qualidade de vida populacional. Nesse diapasão, esses investimentos públicos na produção de novos medicamentos, protocolos de prevenção, tratamentos, e terapias auxiliares de doenças resultam na melhora do atendimento e suporte no sistema de saúde. Assim, esses insumos são importantes para a remediação dos impactos causados por doenças, como o Coronavírus, vivenciado mundialmente desde o ano de 2019.

Ademais, em um século altamente tecnológico, como o XXI, as imprecauções na tecnologia geram consequências desastrosas para o país a longo prazo. À vista disso, em cenários como o vivenciado no âmbito mundial pela Covid-19 é necessário ter verba para garantir laboratórios, equipamentos e profissionais qualificados, a fim de mitigar o problema e reduzir seus impactos. Entretanto, a situação do Brasil é alarmante, visto que dispõe-se apenas de instituições em desmontes e falta de capital investido em universidades, segundo o presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

Portanto, a carência de investimentos em pesquisas científicas afeta diretamente a saúde da comunidade, uma vez que impossibilita o desenvolvimento de vacinas e tratamentos, nos quais impedem elevadas taxas de mortalidade e superlotações de hospitais, como é possivel observar hodiernamente no panorama pandêmico.