A pesquisa científica nas universidades brasileiras
Enviada em 04/05/2021
Com o advento da Revolução Técnico-Científica-Informacional, houve uma grande evolução na tecnologia e, por conseguinte, na economia. Tal afirmativa nos revela a grande importância da ciência para o homem moderno. Entretanto, no Brasil, a falta de mobilização do Estado tem permitido que a ciência não evolua, com o sucateamento da pesquisa científica nas universidades brasileiras. Dessa forma, é válido analisarmos as principais causas, consequências e uma possível resolução desse impasse.
Em primeira análise, é necessário destacar o lamentável descaso do governo em relação à comunidade científica brasileira. Nessa perspectiva, a previsão orçamentária do Governo Federal para 2021 propõe corte de 34% da verba anual ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI). Esse fator é extremamente prejudicial ao crescimento da economia brasileira, já que sem o investimento no estudo da ciência o Brasil não conseguirá acompanhar o mundo tecnológico no qual vivemos hoje.
Outrossim, a carência do investimento financeiro tem como efeito a fuga de cérebros - acontece quando jovens pesquisadores emigram para países onde a ciência e tecnologia são valorizadas. Nesse viés, configura-se como inaceitável que um país que cobra altas taxas de impostos à população não seja capaz de garantir o incentivo de verbas para a educação de qualidade aos universitários.
Depreende-se, portanto, como cabível ao Governo Federal, juntamente com empresas privadas que valorizam a educação, invesitir financeiramente em melhores infraestruturas e bolsas de estudo para pesquisas científicas, com tecnologia de alto nível e professores qualificados. Espera-se, com isso, a evolução do país com esse aumento de verbas para a educação dos cidadãos.