A pesquisa científica nas universidades brasileiras
Enviada em 15/07/2021
Em meio a uma crise sanitária global, que afeta todos as âmbitos da sociedade, profissionais da saúde se tornam protagonistas no combate a pandemia do coranavírus, em busca de diminuir o gigantesco número de mortes. No entanto, ainda é possível encontrar movimentos antagônicos a esse desenvolvimento, como a política adotada pelo Brasil, com cortes financeiros nas áreas de pequisas, e movimentos anti-intelectuais no Brasil e no mundo.
O descaso das autoridades políticas com o desenvolvimento brasileiro por meio de pesquisas tecnológicas está fundamentado em dados do site de notícias G1, haja vista que, o Brasil investe apenas 1,26% do Produto Interno Bruto (PIB) em pesquisa e desenvolvimento, não fazendo parte portanto, da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Nesse sentido, de acordo Zygmunt Bauman, na comtemporâneidade, a sociedade é regida pelo imediatismo e superficialidade, comprometendo o avanço do conhecimento científico, que necessita de esforço, tempo e paciência.
Ademais, movimentos anti-intelectuais vêm se destacando ao redor do mundo, como o terraplanismo. Segundo o escrito e filósofo, Umberto Eco, as redes sociais concedem direito à palavra a uma “Legião de Imbecis”, que antes falavam opniões ignorantes “em um bar, depois de uma taça de vinho, sem prejudcar a coletividade”. Nesse contexto, dá-se destaque aos movimentos antivacina que ocorrem no Brasil, tendo em vista que, segundo uma pesquisa da Datafolha, em outubro de 2020, somente 75% dos brasiliros queriam se vacinar contra a Covid-19, de acordo com o site, especialistas apontam que a disseminação de informações falsas na web são uma das causas.
Dessa forma, medidas mostram-se necessárias. O Ministério da Ciência, Tecnologia e Comunicações deve criar centros de pesquisas com ampla infraestrutura, com a presente crise financeira, faz-se necessário a criação de campanhas que busquem o incentivo financeito de empresas privadas, por meio de propagandas e anúncios em redes sociais. Deve-se também, promover mais incentivo à ciência, desde a infância, através de palestras nas escolas, mostrando a importância dela para o futuro das pessoas e do planeta, para que assim, com o país mais desenvolvido, todas as gerações futuras possam ser beneficiadas.