A pesquisa científica nas universidades brasileiras

Enviada em 06/05/2021

Inegável que a precariedade de desenvolvimento das pesquisas científicas é uma problemática que ocorre no Brasil. De acordo com o jornal SP cerca de 2% do PIB brasileiro é destinado à área de estudo e pesquisa, portanto o baixo investimento pode ser prejudicial em diferentes ocasiões, como a necessidade de conter a Covid-19.

Os Estados Unidos é referência em desenvolvimento tecnológico e ciêntifico em decorrência de seu alto investimento no setor, cerca de 130 bilhões de doláres de acordo com o New York Times. O que evidencia cada vez mais a necessidade do Brasil de ter um comprometimento maior com o capital investido no futuro da nação e base da sociedade que é o conhecimento.

A fundação Getúlio Vargas, muito conhecida por ser uma das melhores faculdades brasileiras no setor econômico, realisou uma pesquisa e concluiu que o baixo investimento em ciência e tecnologia eleva a desigualdade social, sendo comprovado pelos períodos de 2000 a 2008 tempo onde teve menor taxa de diversidade social.

Em 2019 o mundo conheceu um vírus que foi capaz de prejudicar a economia mundial, o famigerado Covid-19, uma pandemia que prejudicou o Brasil de diversas maneiras, mas cientistas afirmam que se o investimento no setor da ciência fosse maior, seria mais fácil de maior entendimento conhecer os perigos e conseguir lidar com o Corona Vírus.

Nos países onde existia maior infraestrutura para conseguir estudar o Covid-19 foram mais eficazes e mais ágeis na criação de uma vacina, como um exemplo, a Alemanha.

Visando a melhoria das pesquisas cientificas no Brasil, é de suma importância que o Ministério da Educação atribua um maior valor econômico de investimento para Instituições de estudo científico através da redistribuição de investimentos, com objetivo obter avanços tecnológicos e poder adquirir informações especializadas para contenção de outros vírus que podem no futuro existir.