A pesquisa científica nas universidades brasileiras

Enviada em 11/05/2021

O cientista Oswaldo Cruz foi um dos primeiros pesquisadores científicos do Brasil, com sua pesquisa  sobre a vacina da  varíola conseguiu salvar diversas vidas. Sendo assim, as atividades científicas tem um grande valor para o país, pois auxilia em todas as áreas da nação e até no combate a pandemia como a do coronavírus. Entretanto, apesar do país possuir grandes universidades com pólos de pesquisa e profissionais dedicados, as pesquisas no Brasil que são feitas nas universidades torna-se inoperante e improdutiva, devido aos cortes de verbas  destinadas as pesquisas científicas, e também a frequente  desvalorização dos profissionais pesquisadores, universitários e professores.

Primeiramente, cumpre salientar a ausência por parte do Estado de políticas públicas  que estimulem as empresas privadas  a investirem em ciência. Sob essa ótica,  de dependerem apenas de recursos do goveno as universidades ficam reféns apenas do auxilio governamental, outrossim que as empresas privadas não enxergam estimativas rápidas de retornos lucrativos, o que impedem os investimentos do setor privado. Dessa forma, com o aparecimento frequente de novas doenças o Brasil não é capaz de competir cientificamente por decobertas de novos tipos de imunização, remédios e insumos, pois os investimentos para as universidades que são grandes pólos de pesquisas foram reduzidos.

Ademais, ao passo que  o mundo faz da ciência objeto de progresso e valoriza os cientistas, o Brasil segue caminho oposto, ou seja, investi pouco em salários e bolsas dos pesquisadores, e também não fornecem equipamentos e locais de trabalho adequados para as pesquisas. Desse modo, ocorre  um evento denominado fuga de cérebros, em que pesquisadores  competentes buscam oportunidades em países  com melhores condições de trabalho que valorizam a ciência.

Portanto, vale ressaltar que pesquisas científicas são prioridades para evitar calamidades públicas por doenças e um melhor desenvolvimento do país. Posto isso, o Ministério da Ciência e Tecnologia deve investir uma renda maior nas universidades, como o aumento de bolsa de iniciação científicas, laboratórios bem equipados a fim de   priorizar a pesquisa científica nas universidades. Além disso, o Ministério da Educaçaõ deve procurar subsídios das empresas privadas  para investir nas áreas de pesquisas, e também aumentar a  empregabilidade de cientistas universitários, com o intuito que o cientista sinta-se valorizado em seu país com oportunidades melhores de desenvover sua pesquisa e não recorra a fuga para outros países. Feito isso, futuramente o Brasil poderá ampliar suas descobertas científicas o que acarretará no progresso da nação.