A pesquisa científica nas universidades brasileiras

Enviada em 17/05/2021

De acordo com o jornal G1, universidades federais sofreram cortes de verbas de até 25% nos últimos dois anos. Dessa maneira, as pesquisas científicas brasileiras nestes locais ficam comprometidas, além do avanço do país devido a dependência destes meios, que gerará negatividades no futuro, pois não há inovações e piora a qualidade do ensino.

Em primeira análise, percebe-se um sucateamento dos ensinos superiores públicos. Dessa forma, as faculdades são obrigadas a exercerem suas funções enquanto sofrem com cortes de verbas, problemas estruturais e superlotamento, prova disso é que em maio de 2021 a UFRJ e outras faculdades emitiram notas em que explicavam que poderiam parar de funcionar por falta de dinheiro. Portanto, fica evidente um descaso com a educação e pesquisas que dependem destes locais.

Além disso, as universidades são os mais importantes polos de pesquisas no país. Desse modo, para que um Estado avance é necessário que ele produza tecnologias, entretanto, está sendo reduzido os trabalhos neste campo e os já existentes estão perdendo sua capacidade de eficiência, como, por exemplo, o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) que negou 2500 bolsas de pesquisas por não ter verba. Por isso, fica claro que a situação não é favorável para  esses meios.

Em síntese disso, percebe-se que é necessário uma alteração do atual cenário. Logo,  o MEC deve trabalhar para fazer investimentos na áreas de pesquisas e ensino superior, de modo que as universidades possam melhorar suas estruturas e a qualidade de ensino, com verbas para reformas, compras de instrumentos novos e abrigo de todos os alunos, porque a educação é de extrema importância para um país. Outrossim, fazer  investimentos diretos nos estudos, para um maior impulsinamento da qualidade deles e para servir de base para se manter as pesquisas no país e num futuro próximo gerar frutos para ele, com a geração de tecnologias ou em outras áreas necessárias.