A pesquisa científica nas universidades brasileiras
Enviada em 18/05/2021
Assim como dito por Sigmund Freud, psiquiatra inglês, a ciência não é uma ilusão, porém, seria uma ilusão acreditar que poderemos encontrar em outro lugar o que ela não pode nos dar. A partir dessa afirmação, é possível observar a importância das pesquisas para o crescimento tecnológico de nossa sociedade, porém, os investimentos nessa área têm sido cada vez menores. Sendo assim, torna-se necessária uma análise das possíveis atitudes tomadas para assistir esse desenvolvimento.
De início, é necessário ressaltar o fato de que no Brasil, de maneira difusa a outros países, as universidades públicas são responsáveis pela maior quantia de estudos técnicos, o que exige um grande investimento do Governo Federal para manter esses polos tecnológicos de maneira ativa, já que sem essas pesquisas o país quase não produziria conhecimento científico. Além disso, a falta de PPPs (parcerias público privadas) no sistema educacional brasileiro dificulta investimentos externos no desenvolvimento tecnológico nacional, uma vez que, por ser um país em desenvolvimento, o Brasil apresenta grande potencial, além de ser um grande produtor de cérebros.
Por conseguinte, deve ser exposto um problema na distribuição de investimentos na educação brasileira, uma vez que os investimentos no ensino superior são quatro vezes maiores que no ensino básico, isso acaba por criar um problema na estrutura educacional, já que os estudantes não chegam com o devido preparo nas universidades, se tornando uma dificuldade para um desenvolvimento prático dos estudos.
Conclui-se, portanto, que as pesquisas científicas são extremamente essenciais para o crescimento do conhecimento dentro de nossa sociedade. Sendo assim, cabe ao Ministério da Educação a criação de PPPs com o objetivo de aumentar os investimentos em estudos técnicos, possibilitando uma maior infraestrutura e a criação de novas possibilidades para os pesquisadores, cabe também ao Governo Federal a realocação dos investimentos governamentais na educação brasileira, desenvolvendo a base educacional, tornando mais simples a transição entre o ensino superior e o fundamental. Só assim, o Brasil estaria preparado para enfrentar a realidade proposta por Freud, uma vez que não haverá necessidade de se esquivar da ciência.