A pesquisa científica nas universidades brasileiras

Enviada em 03/06/2021

Segundo o jornal O Globo, as universidades brasileiras enfrentam uma situação ornamentária difícil. Atualmente, as 69 instituições têm a mesma verba que as 51 existentes em 2004. Só que 17 anos atrás elas tinham 574 mil alunos, hoje são 1,3 milhão de estudantes. Nessa perspectiva, pode-se observar o desinteresse do Governo em investir nas faculdades federais e, consequentemente, nas pesquisas científicas.

A priori, é  fundamental apontar que, de acordo com com a Academia Brasileira das Ciências, as universidades públicas respondem por mais de 95% da produção científica no território brasileiro. Assim, o estudo da ciência nessas é de suma importância, não só no desenvolvimento de novas tecnologias, mas também na elaboração de estudos sobre eficácia de vacinas e a cura de doenças, como a Aids.

Outrossim, a desvalorização do estudo superior cresce progressivamente entre os cidadãos, tornando ainda mais complicado a vida dos universitários que efetivem suas análises. Além disso, a negligência do Governo prejudica igualmente a continuação desses estudos, uma vez que sem capital e infraestrutura, torna-se cada vez mais díficil insistir nesses projetos.

Portanto, é necessário que o Ministério da Educação efetue investimentos públicos nas Instituições de ensino superior a fim de oferecer as melhores condições para que os alunos possam realizar suas pesquisas de caráter científico. Desse modo, será possível que o Brasil amplie o número de descobertas acerca da ciência.