A pesquisa científica nas universidades brasileiras

Enviada em 08/06/2021

É possível observar a fome por ciência em toda a história da humanidade, seja com a construção de ferramentas rudimentares de madeira e pedra, para até mesmo dispositivos eletrônicos de ponta. Porém, o Brasil não é um país que valoriza esse meio, já que o mesmo investe pouco dinheiro nesse setor, e isso é um problema, visto que além de ser portador de um nicho cientifico enorme, a Amazônia, também ignora uma forma grande de investimento.

Em primeiro plano, a Amazônia é vista por muitos como uma riqueza científica, e não é para menos, visto que há uma infinidade de mistérios e espécimes ali desconhecidas, que ao serem estudadas, poderiam ter como resultado o descobrimento de vários tipos de medicamentos diferentes. Porém, com o baixo investimento na ciência que a nação cede, esse nicho rico em mistérios acaba por ser desperdiçado.

Além disso, a perda de conhecimento não é o único impacto negativo do corte de verba, também há um setor que sofre e muito com esse descaso nesse meio: o setor econômico. Isso é, com o advento da terceira evolução industrial, a ciência se tornou o meio que mais gera dinheiro no mundo inteiro, sendo uma prova disso os diversos tecnopolos, vulgo centros de pesquisa e tecnologia, que países mais avançados possuem com a finalidade de gerar conhecimento e, principalmente, o lucro.

Portanto, visto os fatos citados, o Governo Federal, justamente com o Ministério da Ciência devem melhorar a infraestrutura das universidades brasileiras, melhoria feita por meio da compra de equipamentos financiados pelo dinheiro público. Assim, será possível alcançar o objetivo de melhorar o setor cientifico do país, uma vez que as universidades brasileiras são os únicos centros de pesquisa da nação, e muitas vezes acabam carecendo de equipamentos.