A pesquisa científica nas universidades brasileiras

Enviada em 21/07/2021

Nos países ricos e desenvolvidos são feitos altos investimentos em pesquisas mantendo um alto nível de inovações. Diferentemente do que se ocorre em nações em desenvolvimento como o Brasil, onde não há um apoio governamental e a falta de conhecimento das pessoas sobre os trabalhos científicos nas universidades, impede que tenha um bom desenvolvimento tecnologico e científico. Portanto, é necessário que medidas sejam tomadas para que as pesquisas nas faculdades não acabe.

Em primeira análise, é importanque que o governo apoie e faça políticas públicas para o incentivo dessas pesquisas, principalmente nas universidades públicas. Porém, não é o que vem acontecendo nos últimos cinco anos, em que, cortes de gastos estão sendo feitos cada vez mais, e foram intencificados no governo atual. Na  Universidade Federal do Rio Grande do Sul, o bioquímico Paulo contava com pelo menos 30 cientistas, e com os últimos cortes conta apenas com um sexto dos mesmos e com péssimas condições de trabalho. Nesse caso, é imprescidível que medidas urgentes devem ser tomadas.

Além disso, a falta de conhecimento da população ainda é um obstáculo a ser vencido. Segundo Leandro Lobo, é preciso aproximar a população das universidades e dos outros centros de pesquisas, para a valorização da ciência brasileira, pois a população não sabe muitas vezes a importância e o papel das pesquisas científicas, como por exemlo a criação de vacinas e de tecnologias. Também vale lembrar que quase todas as pesquisas feitas em território nacional, vem das universidades públicas.

Em suma, o apoio governamental e a informatização da população é um grande passo para um melhor desenvolvimento das pesquisas. Primeiramente, o governo deve lançar novas políticas para as pesquisas nas faculdades, por meio de investimentos e apoios aos cientistas, a fim de aumentar o número desses e melhorar as condições de trabalho. Além disso, o papel da imprensa de um melhor publicamento das informaçãos é essencial, através de comerciais de televisão ou até mesmo mesmo de reportagem jornalísticas, com o intuito de um melhor conhecimento e um maior aproximamento das pessoas com a ciência no Brasil.