A pesquisa científica nas universidades brasileiras

Enviada em 21/09/2021

Em tempos de pandemia, onde a busca por uma vacina contra a covid-19 é tão importante, nas universidades, onde residem as pessoas mais qualificadas para desenvolver uma vacina, é notável o empenho e os bons resultados obtidos. A falta de verba por parte do governo e o não interesse popular nas pesquisas científicas no Brasil vão de contra as boas pesquisas que as universidades brasileiras produzem, podendo até ser um empecilho.

Atualmente, o Brasil sofre uma crise na educação, refletindo nas pesquisas das universidades, pois sem verba é quase impossível um andamento adequado de qualquer pesquisa, porém, mesmo com a falta de verba, o instituto Butantan desenvolveu a primeira vacina nacional contra a covid-19, sendo uma grande vitória para a educação e consequentemente para as pesquisas científicas, por isso, é obrigatório que o governo federal invista muito mais nas pesquisas, pois se quase sem verba, foram capazes de desenvolver uma vacina, com verba seriam capazes de muito mais.

O atual momento político do Brasil reflete o claro desprezo que algumas pessoas tem com as pesquisas científicas, sendo um grave problema ao bom trabalho que os universitários fazem, por isso, é de suma importância que o Governo invista muito mais nas universidades para que elas possam fazer mais pesquisas de qualidade. Também é deve do universitário não se deixar abater, segundo a profetisa da Igreja Adventista do Sétimo dia, Ellen White “O homem pode moldar as circunstâncias, mas não deve permitir que as circunstâncias o moldem.” Sendo assim, dever do governo investir mais e dever do aluno se esforçar.

Concluo que, a pesquisa científica nas universidades brasileiras é crucial, principalmente em tempos de pandemia e que ela é super eficaz, como o caso do Instituto Butantan que desenvolveu uma vacina contra a covid-19, é dever do governo investir e não cortar verbas da educação, das pessoas se conscientizarem e do próprio aluno de se manter firme e não se deixar abalar.