A pesquisa científica nas universidades brasileiras
Enviada em 20/11/2021
O educador brasileiro Paulo Freire afirmava que o ser humano é o que a educação faz dele, partindo desse princípio, a sociedade é o que as pesquisas feitas pelas universidades brasileiras fazem dela. Esse trabalho realizado sofre com desafios monetários, mas é responsável por um grande avanço da ciência e da tecnologia. Por isso, deve haver uma valorização e investimento do Estado.
Em primeiro lugar, é possível citar o fato de que segundo o jornal da USP, cerca de 60% da ciência brasileira é resultado das pesquisas que são feitas nas universidades do país. Um dos exeplos que podem ser citados, é a descoberta que a pele de tilápia pode ser usada para o tratamento de queimaduras sérias e venceu o Prêmio Euro Inovação na Saúde, promovido pela indústria Eurofarma Laboratórios S.A.. Esse fato evidencia que a importância desses avanços em vários casos é também internacional e valorizada por autoridades importantes de todo o mundo.
Ademais, é importante também ressaltar que em maio de 2021 houve um corte de 18,16% da verba destinada para as universidades federais, o que afeta mais de 70 mil estudos científicos. Essa ação prova que a desvalorização da pesquisa e do avanço tecnológico por parte do Estado é real e está sendo colocada em prática. Por isso, é imprescindível que essa realidade seja alterada e a aplicação monetária torne-se maior.
Torna-se evidente, portanto, a necessidade de intervenção do Ministério da Educação em parceria com o Ministério da Economia. Deve haver um aumento na renda direcionada às pesquisas no ambiente universitário do Brasil por meio da aplicação da renda direcionada à educação superior. Isso deve ser feito para que o avanço da ciência e da tecnologia do país seja garantido.