A pesquisa científica nas universidades brasileiras

Enviada em 04/03/2023

O Brasil é o país do futuro sempre. A atemporal setença do escritor Millôr Fernanddes define o cenário de eterna expectativa no pensamento científico brasileiro. Nesse sentido, a despeito das previsões sempre estarrecedoras quanto ao futura científico no país, a descrença tem aumentado e infelizmente de forma exponecial.

Em primeiro lugar, pode-se ressaltar o desenvolvimento científico profissional fixo em Universidades, que se consolidaram como polos, verdadeiros parques científicos que contribuem para as diversas pesquisas em diferentes áreas, como, por exemplo, o uso da pele de tilápia no tratamento de queimaduras desenvolvido pelo Centro de Ciências em Saúde da Universidade Federal do Ceará UFC que é réplicado com sucesso por todo o mundo. Entretanto, seqguindo a perspectiva de futuro promissor, mas só futuro os tecnopolos são sucateados e construídos distantes de áreas estratégicas, destarte, a produção do pensamento científico fica limitada.

Ainda nesse aspecto, mas no âmbito populacional, pouco se vincula a importância científica, no caso recente das vacinas, por exemplo, isso leva a população a ter uma descrença causada pelo desconhecimento. A campanha do HPV(Papiloma Vírus Humano), que é realizada nas aescolas do país, vem encontrando grande resistencia dos pais em uma clara negativa baseada em desconhecimento, o que infelizmente impossibilita a eliminação do vírus nas próximas gerações e permiti diagnosticar a imensa distância entre os os pesquisadores e o povo.

É indispensável, portanto,no plano coletivo, fazer uso da prática socrática denominada maiêutica e ajudar a população a “dar luz” ao conhecimento com a ajuda das mídias veinculando propagandas nas redes, relatando a importância científica das universidades na produção de vacinas, sejam elas de HPV ou outras doenças. Além disso, faz-se necessárioque o Ministério da Educação reveja a transferência de recursos para os tecnopolos aumentando ao invés de congelar, criando Universidades em áreas como na Amazônia, por exemplo,com cursos de Farmácia, Biomedicina, Biologia, Zootecnia entre outros, ajudando o país a “parir” o pesquisa tornando-se referência mundial.