A pobreza menstrual como reflexo da desigualdade social no Brasil
Enviada em 20/10/2025
A declaração universal dos direitos humanos estabelece que todos os cidadãos tem direito à vida, à liberdade e a segurança pessoal,no entanto, ao analisar a pobreza menstrual como reflexo da desigualdade social no Brasil, É notório, que o Estado tem falhado em cumprir seu papel. Nesse sentido, torna- se essencial analisar os fatores que coibam tais problemas.
Em 2023, o Congresso nacional implementou uma lei tornando obrigatório a distribuição de absorventes para as famílias de baixa renda em postos de saúde e escolas. Apesar de sua extrema importância a lei não é rigorosa e conhecida, dificultando, assim, que mulheres tem acesso aos seus direitos básicos garantidos.
Ademais, é importante ressaltar que a falta de acesso a produtos seguros para controlar a menstruação, leva mulheres que não tem condições financeiras devido a falta de emprego ou oportunidades, a usarem produtos inadequados, causando desconfortos, infecções e até outros problemas de saúde. Menstruação não é uma escolha, portanto, deve ser tratado como uma questão de saúde pública e dignidade humana .
Conclui- se ,portanto, a necessidade de medidas governamentais, o Ministério da Saúde em parceria com o Ministério da Educação implementar um programa de distribuição de absorventes e produtos de higiene em postos de saúde e escolas, deverá também ter uma fiscalização que garanta que realmente os produtos cheguem a quem mais precisa, afim de garantir o direito a saúde. Somente com essa intervenção será possível construir uma sociedade mais digna para a população.